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12/12/2016

Máfia Nortista leva o Prêmio Genbibirra de Audiovisual do 13º FIM

Na festa de encerramento do 13º FIM fizemos o anúncio da produção vencedora do Prêmio Gengibirra de Audiovisual. A escolha da produção destaque foi feita pelo voto do público presente na Mostra Fôlego!, dedicada ao audiovisual amapaense. E os vencedores foram os manos do coletivo Máfia Nortista, com o clipe Macapá Quebrada.

Sinopse: O lado da cidade de Macapá que não consta nos cartões postais, a parte pobre da capital do Amapá é mostrada nesse videoclipe do coletivo de repeiros MÁFIA NORTISTA. Intitulado de "Macapá Quebrada", o filme foi feito em algumas das diversas áreas de pontes (palafitas) das muitas baixadas espalhadas pela cidade. Sem o intuito de agradar fica o registro real da problemática urbana dos centros urbanos da Amazônia.
Todo dia é uma batalha pra quem é independente, e a gente admira e torce muito pelo trabalho do grupo e dos rapeiros do Amapá.
Parabéns! 


Curta a fanpage do Máfia Nortista e acompanhe o trabalho deles: https://www.facebook.com/mafianortista/

06/12/2016

Cineasta Yasmin Thayná vem à Macapá para a Mostra Afroflix



Um dos pontos altos da programação do 13º FIM e que encerra o ciclo de exibições desta edição, a Mostra Afroflix é uma sessão especial com curadoria da cineasta convidada Yasmin Thayná (RJ). A mostra acontece dia 09 de dezembro, no Cine Imperator 3D do Villa Nova Shopping, a partir das 19h com entrada franca.
Yasmin é diretora e roteirista dos filmes “Kbela” e “Batalhas” e recentemente dirigiu 12 episódios da websérie AfroTranscendence; é comunicadora social pela PUC-Rio, escreve para o Quebrando o Tabu, Brasil Post, Nexo Jornal e integra o Coletivo Nuvem Negra (coletivo de estudantes negros da PUC-Rio).   Também é criadora e diretora geral da plataforma online Afroflix, que disponibiliza conteúdos audiovisuais escritos, produzidos dirigidos ou protagonizados por pessoas negras.
Seu curta Kbela, lançado em 2015, é definido pela diretora como “uma experiência audiovisual sobre ser mulher e tornar-se negra”, e alcançou grande sucesso no circuito alternativo de exibição e em festivais nacionais e internacionais, dando nova força a uma importante discussão sobre a produção do cinema feito por mulheres negras e,  lotando salas por onde passou,  instigou novos olhares sobre a ideia de distribuição do cinema nacional.
A convite do FIM, Yasmin realizou a curadoria da Mostra Afroflix, para a qual selecionou sete títulos que compõe o catálogo da plataforma criada por ela. Após a sessão, será promovido um bate papo com a cineasta com o tema “Que estética é essa?”. Mediando a conversa entre a realizadora e o público estará Alzira Nogueira, Assistente Social, Mestre em Sociologia e ativista do feminismo negro.
“No momento atual é possível perceber o quanto tem se discutido sobre a inserção de pessoas negras no cinema. Agora não mais em papéis estereotipados, mas dirigindo, escrevendo, protagonizando e produzindo sobre suas próprias narrativas. A partir da Mostra Afroflix de cinema, a proposta é discutirmos sobre caminhos estéticos do cinema dirigido por realizadorxs negrxs”, afirma Yasmin.

Em exibição:
Lugar de poder ser
Direção: Mayara Mascarenhas
Ano: 2014
Duração: 6’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: A Gueisha Negra. A invenção de uma religião poética. Os ritos de uma mulher em seu lugar de poder ser.


Juventude é revolução
Direção: Allan Lima e Gessé Silva
Ano: 2015
Duração: 5’46”
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre 
Sinopse: Vídeo realizado com os saraus Preto no Branco e Verso em Versos. 
”O estudo é o escudo, conhecimento é libertador e a poesia, salva vidas.”


Oleguns Olo Fê
Direção: Fernando Mamari e Tarsilla Alves
Ano: 2014
Duração:7’
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: livre
Sinopse: Ele desperta no porto da cidade. Por meio de olhares, percebe que neste caminhar não está só. Seu corpo segue o ritmo dos tambores, que o guiará até seu destino final. Ali, descobre que finalmente sua liberdade está além-mar. "Oleguns Olo Fê", aquele que chegou, falou e se foi.


Ser inata
Direção: Gessé Silva
Ano: 2016
Duração: 1’13”
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Julia está apaixonada e segue em direção da casa do seu grande amor, para fazer uma serenata. O amor não escolhe tipo, amor é amor.


Mina da liberdade
Direção: Chico Furtado
Ano: 2013
Duração: 21’26”
Origem: São Luís (MA) /Brasília (DF)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Mina da Liberdade propõe uma imersão no universo cotidiano do Ilê Ashé Ogum e Sogbô durante 3 dias de comemoração do festejo para Ogum, santo da Casa, localizada no Bairro da Liberdade, em São Luís-MA.


Elekô
Direção: Coletivo Mulheres de Pedra
Ano: 2015
Duração: 6’30”
Origem: Pedra de Guaratiba (RJ)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Um fio de poesia vermelha conduzindo a experiência audiovisual de fazerse e afirmarse na loucura das condições de ser negra. Olhando a história a partir do porto, reconhecer e afirmar as potências e a beleza. Parir do próprio sofrimento um horizonte de liberdade, apoio e colaboração. Encontrar na presença de outras mulheres a força do feminino e o sagrado sentido de ser, até poder celebrar a vida, em fêmea comunhão e sociedade.


Kbela
Direção: Yasmin Thayná
Ano: 2015
Duração: 23’
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: 10 anos
Sinopse: Uma experiência audiovisual sobre ser mulher e tornar-se negra.


SERVIÇO:
13º FIM – Mostra Afroflix
Data: 09 de dezembro
Local: Cine Imperator (Villa Nova Shopping)
Duração: 1h10
Horário: 19h
Classificação: 16 anos
Entrada franca, sujeita à lotação da sala de cinema.

Mostras Apocalipse e Quintessência no quarto dia do 13º FIM


No dia 7 de dezembro, o CDC Azevedo Picanço recebe duas sessões do 13º FIM.  Às 18h30 a programação terá início com a Mostra Apocalipse, dedicada às produções dos gêneros terror e suspense, ou que flertam com o sobrenatural, o trash e o macabro.  Serão exibidos dois curtas e um média-metragem.
Entre os selecionados para a Mostra Apocalipse está Canto da Sombra, suspense que circulou em festivais nacionais e internacionais, e levou prêmios de “melhor filme por escolha do público” do Morce-Go Vermelho - Goiás Horror Film Festival e de “melhor filme sombrio” pelo  Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema .
Em seguida, a partir das 19h30, terá início a Mostra Quintessência, dedicada a filmes experimentais, híbridos, que propõe a fusão das diversas linguagens artísticas com o audiovisual.  Serão exibidas sete produções, das cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Luís, São Paulo, Recife e João Pessoa.


MOSTRA APOCALIPSE
Data: 07 de dezembro
Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço (Av. FAB, 86, Centro)
Duração: 53’
Horário: 18h30
Classificação: 16 anos

Em exibição:
Calafrio
Direção: José Quaresma e Pádua Carvalho
Ano: 2016
Duração: 10’16”
Origem: Teresina (PI)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Jonas, um editor de comerciais é escalado para ficar na empresa e concluir a execução de um trabalho. Sozinho, ele avança com o trabalho madrugada adentro. Apenas algumas luzes estão acesas e além de Jonas as câmeras de segurança registram uma outra presença. Coisas estranhas começam a acontecer e ele percebe que o mal nunca dorme, uma entidade maligna despertará nele os seus medos mais obscuros. O terror ganha vida e traz consigo horrores inimagináveis.

Eptá
Direção: Nicole Veríssimo
Ano: 2016
Duração: 17’30”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Maia já foi muito atormentada por espíritos. Mas, depois que começou a participar de uma reunião para pessoas que presenciam eventos sobrenaturais com frequência, pareceu livre. Depois de anos, se tornou mentora com o intuito de ajudar e fazer o bem. Porém, ao ouvir os relatos dos outros integrantes do grupo, Maia percebe que não está tão livre assim.


Canto da sombra
Direção: Thiago Kistenmacker
Ano: 2016
Duração: 25’14”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Jaque é uma cantora e compositora independente que recebe o apoio incondicional de sua namorada. Ela atrai a atenção de um produtor abusivo e trabalha por um ano em seu selo. Descartada de súbito, sua vida entra em crise paralelamente ao seu relacionamento afetivo. A artista se revela disposta a entregar tudo o que for preciso para conquistar o que deseja, sacrificando o que estiver em seu caminho.




MOSTRA QUINTESSÊNCIA
Data: 07 de dezembro
Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço (Av. FAB, 86, Centro)
Duração: 78’
Horário: 19h30
Classificação: 18 anos

Em exibição:
Curta memória
Direção: Arthur B. Senra
Ano: 2016
Duração: 9’27”
Origem: Belo Horizonte (MG)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Reencontro em meus arquivos pessoais a sobrevivência de registros que se findam, assim como a efêmera memória. O tempo que passa, a tecnologia que se torna obsoleta, o que sobrará da memória como registro e da fatalidade do esquecimento?


Ikini
Direção: Fernanda Rondon
Ano: 2016
Duração: 8’09”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: Livre
Sinopse: Ikini é um filme sobre corpo e presença. Assim como a terra é marcada pelo tempo, cada corpo trás uma escrita invisível cravada na pele ao longo da vida. Ikini significa "saudação" em iorubá, um idioma de origem africana usado nos rituais das religiões afro-brasileiras.


Tuareg
Direção: Edemar Miqueta
Ano: 2013
Duração: 9’43”
Origem: São Luís (MA)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Tuareg é um monólogo gravado nos lençóis maranhenses que mostra um olhar sobre a vida como uma realidade que vai além da materialidade das representações.


Fantasma da saudade no vale da morte
Direção: Lufe Bollini
Ano: 2015
Duração: 20’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: 18 anos
Sinopse: O FANTASMA DA SAUDADE NO VALE DA MORTE é um curta-metragem que tem como fio condutor a maior ocupação artística da América latina. O diretor Lufe Bollini é o protagonista dessa historia real e leva o espectador pelos labirintos desse prédio de 13 andares.


Cheiro de melancia
Direção: Maria Cardozo
Ano: 2016
Duração: 20’26”
Origem: Recife (PE)
Classificação: Livre
Sinopse: Cíntia era pequena quando sua mãe lhe contou sobre o cheiro de melancia, o cheiro que se sente quando o tubarão está por perto.


Os filmes gregos serão minha herança
Direção: R.B. Lima
Ano: 2016
Duração: 25’
Origem: João Pessoa (PB)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Um suco é bebido. Uma voz rompe o silêncio. Um cão late. O jovem Niko é lembrança e alucinação que se perde na dor da perda.


Cidade à Contraluz
Direção: Jiddu Saldanha
Ano: 2014
Duração: 8’48”
Origem: Cabo frio (RJ)
Classificação: Livre
Sinopse: Numa metrópole caótica da América Latina, uma mulher de vermelho, sofisticada mistura suas lembranças com os contrastes e a solidão desta cidade, ao mesmo tempo que busca entender seus próprios sentimentos mais profundos. Enigmática, salta do lúdico para o poético em fração de segundos e libera uma misteriosa sensualidade dramática, como se estivesse à busca de algo mais, talvez um certo inconformismo faz com que ela vague pela cidade, à procura de um sentido, para sua própria existência.