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15/05/2011

CANNES 2011: Quatro filmes brasileiros competem por prêmios no festival francês



Apesar de não competir pela Palma de Ouro com Almodóvar, irmãos Dardenne ou Terry Mallick, o Brasil vai levar quatro filmes que buscam por prêmios em mostras paralelas do Festival de Cannes, que começa nesta quarta-feira (11/5) com a exibição de Meia Noite em Paris, de Woody Allen.

Neste ano, será mantida a média de participação brasileira dos últimos dez anos em Cannes. Realizadores nacionais estarão presentes na mostra Um Certo Olhar (que destaca filmes com perfil mais ousado), Quinzena dos Realizadores (assumidamente destinada a quem faz filmes), Semana da Crítica (que abarca diretores estreantes ou no segundo filme) e Cinefondation (com filmes universitários).

Karim Aïnouz, diretor na estrada há mais de 20 anos e responsável por Madame Satã e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, vai apresentar O Abismo Prateado na Quinzena dos Realizadores. "Este é um filme inspirado numa música do Chico Buarque [Olhos nos Olhos]", contou o cineasta ao Cineclick após o anúncio da seleção.

Em O Abismo Prateado, Alessandra Negrini interpreta esposa abandonada pelo marido

Já a mostra Um Certo Olhar vai receber Trabalhar Cansa, longa de estreia de Juliana Rojas e Marco Dutra. Diretores que já passaram por Cannes com os curtas Um Ramo e O Lençol Branco, a dupla costuma realizar filmes num clima insólito que flertam com o terror. Espera-se também que, após a passagem pela Riviera francesa, o longa-metragem pouse no Festival de Paulínia em julho.

Integrando a turma dos jovens, o mineiro Ricardo Alves Júnior vai levar à Semana da Crítica o média-metragem Permanências. "Acho que [o filme foi selecionado por causa do] minimalismo. Uma poética construída com poucos elementos. Um filme que traz para o cinema a importância do primeiro plano", definiu o cineasta ao diário O Tempo. Alves Júnior já havia realizado o curta Convite para Jantar com o Camarada Stalin.

Encerrando a participação brasileira no 64º Festival de Cannes, Duelo Antes da Noite, de Alice Furtado, busca o prêmio na Cinefondation. O curta-metragem mostra uma mulher e um homem que caminho lado a lado até o momento em que a trajetória de ambos será alterada permanentemente.

Cinema, Aspirinas e Urubus, exibido em Cannes em 2005, apresentou o talento da direção de Marcelo Gomes

Fonte: http://www.buziosclipping.com.br/cinema/581-cannes-2011-quatro-filmes-brasileiros-competem-por-premios-no-festival-frances.html

Site do Festival: http://www.festival-cannes.com/pt.html

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Trailer de Trabalhar Cansa

04/05/2011

III Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente





O MMA já está recebendo vídeos ambientais para compor a III Mostra
Nacional de Produção Audiovisual Independente -- Circuito Tela Verde.

Os vídeos podem ser curtas, curtíssimos, vinhetas... e produzidos com os
mais diversos recursos; filmadora, câmera de celular, câmera digital ou
qualquer outro material que capture vídeo, desde que produzidos num
processo educomunicativo.

Os vídeos devem ser enviados, até o dia 31 de maio.



Saiba mais sobre as inscrições aqui: http://telaverde.ambientedigital.org/

20/04/2011

Assembléia do Audiovisual Amapaense


O audiovisual amapaense tem dado demonstração de que está caminhando para uma maturidade. As ações atuais dos grupos e agentes que militam no segmento estão sendo marcadas pela capacidade de mobilização, esforços de profissionalização e estímulo a elaboração de políticas públicas para o setor.

Com intuito de propor uma organização dessas ações e unificar forças dos agentes realizadores que a Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas Sessão Amapá está convidando todos os realizadores e/ou cineclubistas do estado para comparecerem dia 24.04, ao auditório do Museu da Imagem e do Som (segundo piso do Teatro das Bacabeiras), às 14h, para realização de uma Assembléia Geral do segmento.

Na ocasião a entidade discutirá a seguinte pauta:
- Fórum do audiovisual da Amazônia Legal – FAAL;
- Propostas para o Conselho Municipal de Cultura de Macapá;
- I Seminário de audiovisual amapaense;
- Campanha de filiação;

O comparecimento a esta reunião é estratégico para que a entidade possa sair fortalecida e para que o segmento audiovisual amapaense possa traçar metas e estratégias coletivas que permitam a continuidade das ações de fortalecimento da cena audiovisual local.

24/03/2011

Reunião Setorial do Audiovisual

"o Amapá é uma ilha, mas nós não somos"




Pois é pessoal, anotem o dia 23 de março como um marco para o audiovisual amapaense, que vire feriado estadual e tudo mais! rsrs

Aconteceu a reunião setorial do audiovisual no conselho de cultura, que serviu para delinear os rumos do segmento no estado.

Participaram 14 (QUATORZE!!!) entidades, são elas, FIM-Festival Imagem-Movimento, Univercinema, MIS-Museu da Imagem e do Som, ABDeC, Estaleiro Cultural, Cinemafeitoamão, Pium Filmes, Castanha Filmes, TV escola Sebastiana Lennir, Clube de Cinema, Cine Paraíso, Cine Mairi, Cinemando na Amazônia e OCA.

Mostramos, assim, como os grupos do audiovisual são unidos e de certa forma organizados, e agora chegou o momento... vamoquevamo!

23/03/2011

Cobrança do ECAD por música no cinema é uma imoralidade legal

Texto publicado por Jorge Furtado no site http://www.casacinepoa.com.br em 14 de março de 2011. O texto é longo, mas vale à pena ler para entender o quanto se gasta pra exibir e fazer cinema no Brasil. 
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O que há de comum entre os filmes “Os pássaros” (Alfred Hitchcock), “Onde os fracos não tem vez” (irmãos Cohen), "Pauline na praia" (Eric Rohmer), “Um dia de cão” (Sidney Lumet), "Dez", de Abbas Kiarostami e “A Bruxa de Blair” (Daniel Myrick e Eduardo Sánchez) é que eles não têm música. 
 
Pois acreditem: se qualquer um destes filmes for exibido em qualquer cinema brasileiro, o dono da sala tem que pagar ao ECAD - uma entidade privada - 2,5% do bruto da bilheteria. O dinheiro, supostamente arrecadado para pagar direitos autorais dos músicos inexistentes nestes filmes estrangeiros, sai do bolso do espectador e do dono da sala e vai direto para o ECAD. Este é um exemplo extremo do absurdo em vigor no país, graças a uma lei bizarra nascida na ditadura militar e ratificada em 1998, possivelmente com as melhores intenções, por Fernando Henrique Cardoso e seu Ministro da Cultura, Francisco Wefort. 
 
Quando uma produtora de cinema contrata um músico para fazer a trilha de um filme, ou compra fonogramas ou direitos autorais de uma música já existente, paga aos músicos, aos autores e proprietários dos direitos musicais ou fonográficos, o valor por eles estipulado. Os contratos prevêem a exibição sincronizada da música com o filme, em várias mídias e suportes. Não há justificativa razoável para que apenas os músicos – e não o diretor do filme, o autor do roteiro, o produtor, os atores, fotógrafo, montador, cenógrafos, figurinistas, maquiadores - voltem a receber na exibição do filme, sob o pretexto de pagamento de direitos autorais. 
 
Mesmo que a cobrança da taxa do ECAD sobre os ingressos de cinema fosse eticamente aceitável, não é possível que este dinheiro vá parar nas mãos de algum músico autor ou intérprete da trilha do filme, pelo simples fato de que o ECAD não tem a mínima idéia de quem são os autores das trilhas, se é que o filme tem alguma trilha. 
 
Para onde vai o dinheiro que o ECAD arrecada por ano no achaque legalizado aos espectadores (que pagam ingressos cada vez mais caros) e aos proprietários das salas de cinema (que enfrentam todas as dificuldades do mundo para manterem seus negócios), é segredo não revelado pelo site da entidade, mas o valor desta pilhagem amparada em lei pode ser calculado. A Ancine (Agência Nacional de Cinema) divulgou os dados parciais de 2010, foram 136 milhões de ingressos de cinema vendidos no país, com faturamento bruto de 1,3 bilhão de reais. Se não me falha a calculadora, 2,5% disso dá 32 milhões e 500 mil reais.
 
Filmes são criações coletivas. Os defensores do sistema cartorial do ECAD – uma entidade privada – alegam que falta aos diretores, autores, montadores, atores, organizarem-se para pleitear sua parte do butim. É um argumento que transforma em lema o sarcasmo da frase do Millôr: “Se é para locupletar-se, então que nos locupletemos todos”. Se a tese fosse levada a sério, a atividade de exibição pública de filmes no Brasil seria extinta.
 
É mais do que justo que os compositores recebam direitos autorais pela execução de suas músicas no rádio, em shows ou mesmo em salões de baile que cobram ingressos (onde as pessoas vão para dançar e ouvir música), mas a lei em vigor, que obriga os espectadores e os proprietários das salas de cinema a entregar seu dinheiro a uma entidade privada que não presta contas a ninguém é uma excrescência jurídica, que se mantém de pé graças ao lobby das grandes gravadoras, ao exército de advogados do ECAD e a leniência, covardia, má intenção ou pura ignorância da sólida maioria dos nossos congressistas.
 
PELA TRANSPARÊNCIA DAS CONTAS DO ECAD. PELO FIM IMEDIATO DO PAGAMENTO AO ECAD DA INDEFENSÁVEL E IMORAL TAXA SOBRE OS INGRESSOS DE CINEMA.
 
Jorge Furtado



(via http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/cobran%C3%A7-do-ecad-por-m%C3%BAsica-no-cinema-%C3%A9-uma-imoralidade-legal)

PS: No link acima tem um desenrolar muito louco do texto.


17/03/2011

XIII FICA - Inscrições Abertas



Prezados realizadores,
 
Temos o prazer de informar que o XIII FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, que acontece entre os dias 14 e 19 de junho na Cidade de Goiás – Goiás, está com inscrições abertas no site www.fica.art.br.

Longas, médias, curtas metragens e séries de televisão com temática ambiental, produzidos a partir de janeiro de 2009, nas bitolas 16mm e 35mm e em vídeo de todos os formatos, podem se inscrever até o dia 31 de março.

Este ano, além das premiações habituais, que totalizam R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais), o FICA irá conceder o premio de melhor filme eleito pelo júri popular no valor de R$10.000,00 (dez mil reais). Outra novidade do evento é a consolidação da mostra não competitiva FICA ANIMADO como um panorama de animações voltadas para o meio-ambiente com atividades direcionadas para o público infanto-juvenil.

Para mais informações, acesse o regulamento no site.

Qualquer dúvida, estamos à disposição.

Atenciosamente,

Márcia Deretti
Produção Nacional
prodnacional@fica.art.br
www.fica.art.br