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26/06/2021

XVII FIM: Roda de conversa “Cinema e Questões Indígenas” abre a programação deste sábado


Buscando causar uma reflexão sobre o assunto: Cinema e questões indígenas, foram convidados cineastas que abordam em seus filmes o universo indígena, variando entre a realidade e a ficção, apresentando temáticas políticas e sociais. São eles: Luiz Bolognesi, um cineasta que possui uma extensa bagagem de conhecimento cinematográfico, juntamente com uma longa estrada no cinema brasileiro, com filmes de ficção conhecidos, como o “Bicho de 7 cabeças”. Nos últimos anos, Luiz, vem evidenciando consigo temas políticos e questões indígenas. Como em seu filme “Ex-Pajé”, publicado em 2018 e mais recentemente, “A Última Floresta”. E Davi Galibi Marworno, que é um jovem cineasta amapaense, indígena da etnia Galibi Marworno do Oiapoque, que vem se destacando com suas produções. Possuindo um olhar político social, mostrando a vivência, a luta, a identidade do seu povo, buscando fazer uma conexão entre seu universo indígena e o Brasil. 

A roda de conversa tem como foco abordar este universo de produções indígenas, que retratam as questões destas comunidades, além de toda a luta que eles têm enfrentado no cenário político nacional, a exemplo da PL 490, que altera a legislação da demarcação de terras indígenas, representando um atraso e uma das piores perdas da luta e resistência indígena, nos últimos anos. Em paralelo a isso, produções de um cineasta não indígena, que abordam também esta temática. Sendo assim, a intenção maior é promover esse diálogo de cineastas que vêm de vivências distintas, mas que produzem audiovisual a partir de uma mesma temática. 

Mais sobre o cineasta Davi Galibi Maworno


Indígena do povo Galibi-Marworno, Davi trabalha na área de audiovisual como produtor, tanto na área da filmagem quanto de edição de vídeo. Já trabalhou na formação de agentes audiovisuais e atualmente está mais inserido em documentários e videoclipes sobre as questões indígenas.

Mais sobre o cineasta Luiz Bolognesi


Atua há mais de vinte anos no cinema brasileiro como roteirista, produtor e diretor de cinema. Como diretor, seu mais recente trabalho, “A Última Floresta” teve sua estreia mundial no Festival de Berlim em 2021. O xamã Davi Kopenawa Yanomami assina o roteiro em parceria com Bolognesi. Dirigiu a série documental “Guerras do Brasil” (Buriti Filmes e EBC/TV Brasil); Ex-Pajé (2018), que recebeu menção honrosa de melhor documentário do Festival de Berlim 2018, assim como foi premiado como Melhor Fotografia no Festival Présence Autochtone (Canadá, 2018) e Hugo de Prata no Festival Internacional de Chicago (2018). No Brasil, foi premiado pela crítica como melhor filme no festival de documentário É Tudo Verdade 2018.

Como roteirista, escreveu os roteiros dos filmes Bicho de Sete Cabeças (2001), O Mundo em Duas Voltas (2006), Chega de Saudade (2007), As Melhores Coisas do Mundo (2010) e Amazônia, Planeta Verde (2014), que receberam prêmios de melhor roteiro da Academia Brasileira de Cinema, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e nos festivais de Brasília e Recife.

De 1996 a 2015, ao lado da também cineasta Laís Bodanzky, Bolognesi coordenou os projetos de cinema itinerante e oficinas audiovisuais Cine Mambembe e Cine Tela Brasil, promovendo o encontro entre cinema e educação nas comunidades de baixa renda. O projeto já levou mais de 1.3 milhões de pessoas ao cinema em 759 bairros de todo o Brasil e produziu mais de 450 curtas de jovens moradores de periferias.

Link da roda de conversa:

https://www.youtube.com/user/imagemovimento


SERVIÇO - XVII Festival Imagem-Movimento

Coordenação de Comunicação
Roda de Conversa - Questões Indígenas
Data: 26/06
Hora: 18h30
Convidados: Luiz Bolognesi (SP) e Davi Galibi Maworno (AP) 



25/06/2021

Conheça as convidadas da roda de conversa: Cinema Documental e Questões Identitárias

 


Em sua XVII edição, o FIM (Festival Imagem-Movimento) realiza uma programação intensa com rodas de conversas, oficinas, premiações e mostras de filmes independentes.

Nesta sexta-feira 25, acontece uma roda de conversa abordando o tema “Cinema Documental e Questões Identitárias”, que tem como objetivo contar a trajetória de criação e cinema das duas convidadas para a roda de conversa. Rayane Penha (AP), que retrata fortemente em seus filmes a identidade negra e questões periféricas. E a Jade Rainho (MT), que busca mostrar em seus recortes cinematográficos assuntos feministas, produzindo no universo indígena e evidenciando as mulheres do local. Ambas as cineastas, trazem conteúdos políticos e sociais, inseridos sempre na linguagem identitária.

A roda de conversa com as duas realizadoras tem início às 18h30 e será transmitida pelo canal do festival no YouTube.

Quem é Rayane Penha



Rayane Penha é uma cineasta e jornalista amapaense. Graduanda no curso de Jornalismo pela Universidade Federal do Amapá, trabalha com audiovisual a mais de 08 anos. Foi uma das coordenadoras e produtora executiva do projeto de jornalismo investigativo para o Fundo Brasil de Direitos Humanos no Amapá. Participou em 2014 do projeto nacional “Inventar Com a Diferença Cinema e Direitos Humanos”. Também é uma das idealizadoras e realizadora do “Cine Catraia” projeto de cine clube itinerante no arquipélago do município do Bailique/AP. Atuou como diretora e roteirista no curta documental “Carta Sobre o Nosso Lugar - Mulheres do Vila Nova” para o Canal Futura, em 2017. Com o seu mais novo trabalho, o curta “Utopia”, que foi vencedor do edital de audiovisual amapaense em 2018, também estará competindo na mostra Fôlego do FIM 2021.

Quem é Jade Rainho



Jade Rainho é cineasta, documentarista, poeta, pesquisadora cultural, educadora e ativista pelos direitos humanos e ambientais. Graduada em Comunicação Social pela UFRGS (2004-2010), estudou Ciências Sociais e Poéticas Visuais na USP, em 2012. Iniciou sua carreira no mercado publicitário como planejamento estratégico e pesquisadora cultural e comportamental, participando de estudos para instituições e marcas como Akatu – Pelo Consumo Consciente, ISA – Instituto Socioambiental, Rede Globo, Nike, Lacoste Coca-Cola e Kraft Foods. Em 2011, foi cofundadora do Estúdio Lâmina em São Paulo – apontado como referência em movimento cultural e arte contemporânea brasileira por jornais brasileiros e revistas internacionais. Em 2013, com o “Raiz das Imagens: Cinema-Ação Etapa Xavante”, deu aulas de documentário para jovens indígenas Xavantes e viveu por dois meses na aldeia Guadalupe, Reserva de São Marcos (MT). Em 2014, lançou “Flor Brilhante e as Cicatrizes da Pedra”, seu primeiro documentário de curta-metragem, uma produção ativista, independente e colaborativa, que apresenta a história de uma família de rezadores guarani-kaiowá da aldeia Jaguapiru, Reserva de Dourados (MS), que há 40 anos vive violações de direitos ambientais e humanos devido à mineração em terra indígena. O filme estreou na sala de cinema do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, como parte da Virada Cultural 2014. Desde então, foi exibido em mais de 60 festivais e mostras em 21 países, traduzido para seis línguas e premiado no Brasil, Bolívia, Peru e México. Entre 2014 e 2015, participou do projeto educativo “Sons Diamantinos”, documentando sua atuação em nove vilarejos da Chapada Diamantina (BA), resultando no documentário de curta-metragem “Sons Diamantinos – Agricultura Celestial” e no livro de fotografia “Imagens Diamantinas”. Em 2017, publicou o livro de poesia “Canção da Liberdade”. Desde 2018, está produzindo seu primeiro longa-metragem, “Toda Vida é uma Obra de Arte”, que se encontra em fase de montagem.

SERVIÇO Festival Imagem-Movimento
Roda de Conversa -
Cinema Documental e Questões Identitárias
Período:
25 de junho
Hora: 18h30
Link da Roda de Conversa: 
https://www.youtube.com/watch?v=FCE5HH8_qas&ab_channel=festivalfim
Plataformas: YouTube, Redes Sociais e Blog Festival FIM

Texto p/ imprensa: Ana Paula Vilhena

06/12/2012

Mostra Internacional de Cuba e lançamento da Coletânea Primeiros Olhares marcam o terceiro dia de mostras do FIM


A mostra internacional de Cuba é um intercâmbio da Escola Internacional de TV e Cinema de Cuba com o festival, pois anualmente os filmes produzidos pelos estudantes desta, são encaminhados para exibição por intermédio de Cassandra Oliveira, atualmente estudante de cinema em Cuba e integrante do FIM. Nesta edição alguns filmes dirigidos por ela são exibidos como Piedra (12 min), Reticências (10 min), Todavia (11 min), Yangyin (2 min). O lançamento da Coletânea com cinco filmes é o resultado de oficinas aplicadas por voluntários do Museu da Imagem e do Som, que se aventuraram pelos municípios de Tartarugalzinho, Porto Grande, Ferreira Gomes, Serra do Navio e Mazagão. Maksuel Martins ministrou a oficina de filmagem e edição em Serra do Navio e fala sobre a experiência. “Foi bacana, porque os alunos estudavam na mesma escola e não se conheciam, mas a partir das oficinas a galera foi se enturmando e conhecendo suas habilidades e no final realizando a exibição do que foi produzido na própria comunidade”.


As oficinas e os filmes foram realizados em 2010. Os produtos Maria Vai Com as Outras, Paixão Misteriosa, Serra do Navio – A Cidade Por Trás do Mito, Araguari Represado e Lendas de Mazagão Velho, compõem a Coletânea Primeiros Olhares no 9º FIM. No dia da mostra houve a roda de conversa com Emília Borges, Washington Queiroz e Luan Macêdo, compartilhando suas experiências como colaboradores deste projeto. A professora Adriana Idalina também participou da roda e falou sobre a fundação de um cine-clube em Porto Grande, fruto do incentivo das oficinas de audiovisual.



E pra encerrar o terceiro dia de mostras do festival, nada melhor que curtir o rock pesado da banda de O Sósia.



Lembrando que nesta quinta-feira (6), as mostras do quarto dia do 9º FIM acontecem no auditório do Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado no segundo piso do Teatro das Bacabeiras.

02/12/2011

FIM primeiro dia de mostra na muralha




A mostra na muralha foi um sucesso! Ontem pudemos compartilhar com o público parte dos filmes do Festival. A Roda de conversaOs desafios do cinema amazônico” estendeu-se ao Nordeste com os produtores Aluísio Guimarães (PB), Cássio Tavernard (PA), Paulo Miranda (PA) e Diogo Cysne (SE), os debates e questionamentos foram expostos do público para os produtores e vice-versa, em um ambiente diferenciado: a Fortaleza de São José de Macapá, ao ar livre. Os debatedores mostraram-se a vontade para dar suas opiniões e tal como o público..


Dentre os filmes destaque a série "A Onda: Festa na Pororoca" e "O Rapto do peixe Boi"


A Fortaleza de São José de Macapá já faz parte da história do FIM e nessa volta ao infinito revisitamos espaços que deram certo, agora com um pouco mais de experiência e maior qualidade, mas nada substitui o empenho da equipe que nesse mesmo dia dividiu-se nas oficina de Atores e numa apresentação sobre animação no auditório MIS e na Mostra.


O público marcou presença nas mais diversa faixas etárias, mostrando mais uma vez que o cinema pode ser um espaço que aglutine por meio da cultura.


Na ocasião O diretor Paraense Cássio Tavernard anunciou interesse em fazer lançamento de um terceiro filme da série "A Onda" em Macapá depois de lançar em Belém.




01/12/2011

Cineastas discutem rumos do cinema na Amazônia

Acontece hoje, a partir das 19h, a “Roda de Conversa” com alguns realizadores que atuam na Amazônia, que irão debater a produção audiovisual da região, suas perspectivas, entraves e desafios. Entre os convidados estão Cássio Tavernard, diretor das animações “Onda – a festa na Pororoca” e “O rapto do peixe-boi” e Paulo Miranda, diretor dos filmes “O cônego” e “O ajuntador de cacos”, ambos são do Pará. O local para este importante encontro será a Fortaleza de São José de Macapá. Logo depois, vai rolar a mostra de filmes de hoje com os filmes listados no post anterior. Compareçam!!!