02/12/2011

FIM primeiro dia de mostra na muralha




A mostra na muralha foi um sucesso! Ontem pudemos compartilhar com o público parte dos filmes do Festival. A Roda de conversaOs desafios do cinema amazônico” estendeu-se ao Nordeste com os produtores Aluísio Guimarães (PB), Cássio Tavernard (PA), Paulo Miranda (PA) e Diogo Cysne (SE), os debates e questionamentos foram expostos do público para os produtores e vice-versa, em um ambiente diferenciado: a Fortaleza de São José de Macapá, ao ar livre. Os debatedores mostraram-se a vontade para dar suas opiniões e tal como o público..


Dentre os filmes destaque a série "A Onda: Festa na Pororoca" e "O Rapto do peixe Boi"


A Fortaleza de São José de Macapá já faz parte da história do FIM e nessa volta ao infinito revisitamos espaços que deram certo, agora com um pouco mais de experiência e maior qualidade, mas nada substitui o empenho da equipe que nesse mesmo dia dividiu-se nas oficina de Atores e numa apresentação sobre animação no auditório MIS e na Mostra.


O público marcou presença nas mais diversa faixas etárias, mostrando mais uma vez que o cinema pode ser um espaço que aglutine por meio da cultura.


Na ocasião O diretor Paraense Cássio Tavernard anunciou interesse em fazer lançamento de um terceiro filme da série "A Onda" em Macapá depois de lançar em Belém.




5 comentários:

  1. Isso foi lindo demais! Pra sempre na mente!

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  2. Nao pude esta participando dessas ações com vcs por conta dos corres também do Festival Quebramar, mas realmente estão de parabéns. FIM e afins rs, orgulho de ter uma equipe de cinema/audiovisual do Amapá que faz trampo de responsa mesmo.

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  3. Nada não Ronaldo, importa é que nesse dezembro a cena alternativa do estado se mostrou forte! Os grupos que trabalharam o ano inteiro agora realizam seus maiores eventos do ano! Depois do FIM, agora tá com vcs, quebrem o mar, quebrem com o mar!

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  4. A Fortaleza do movimento alternativo na melhor alternativa de fortaleza... o encontro do belo com o engajamento, da luz com a sombra. O FIM é muito mais do que o que ele se propõe, é o resultado de combinações multiformes, abstratas, ideológicas e alegres com o que há de mais belo no mundo das artes, a certeza de que sem ela não vivemos. Nas noites depois de minha volta, sempre penso no quanto foi bom, no quanto dei risadas acompanhadas, de belos risos, de alegres risos, de sedentos olhares por falas e de falas sedentas de olhares... fico pensando no que seria necessário para que pudesse ter sido melhor... acho que só alongando o tempo, dilatando-o... para que estes 6 dias tivessem muito mais do que 200 horas, mais do que 300... saudade é uma bela palavra que bem representa o que sente quem conheceu o infinito, e que ressurgiu do FIM!

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