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19/05/2021

Elder de Paula é o convidado do Lives de Quinta desta semana


 
Nesta quinta-feira, 20 o ator Elder de Paula será o entrevistado do Lives de Quinta.

Elder atualmente reside em Brasília, onde cursa artes cênicas e trabalha tanto para o teatro, quanto para o cinema. Já foi premiado duas vezes como melhor ator em festivais de cinema nacionais e vai contar pra gente como é trabalhar pro teatro e pro cinema e as diferenças nesse processo. 





Sobre o convidado:

Elder de Paula, 32 anos, é graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Vale do Acaraú, UVA (polo AP),concluído em 2010 e atualmente cursando Licenciatura em Artes Cênicas na UnB.

No cinema fez os filmes: “Trajetória”, 2013, direção de Lucas Pennafort, “E o Oscar vai para...”, 2014, direção de Erdman Correia, “Ursortudo”, 2017, direção de Januário Jr, “Mil dias: A saga da construção de Brasília” 2018 History Channel, “Aulas que matei” 2018, direção de Amanda Devulski e “Presos que menstruam” 2018, direção de Alisson Sbrana.

Ganhou o 22 (Vigésimo Segundo) Troféu Câmara Legislativa – MOSTRA BRASÍLIA, de Melhor Ator pelo filme “Ursortudo” no 40 (Quadragésimo) Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, e o prêmio de melhor ator no FAVERA – Festival Audiovisual Vera Cruz, pelo filme “Ursortudo”.

Atualmente mora na Ceilândia Norte – Distrito Federal.


Lives de Quinta

Lives de Quinta é um projeto voltado a entrevistas com diversos profissionais do audiovisual amapaense, realizado pelo Festival Imagem-Movimento (FIM).


Serviço:

Lives de Quinta entrevista Elder de Paula | 20/5/2021 | 20h


Link para acesso: https://youtu.be/Bg-F_jafqV0

22/03/2021

XVII FIM: inscrições para Mostra Nacional e para Mostra Fôlego! são prorrogadas até 25/03

 


O Festival Imagem-Movimento (FIM) prorrogou as inscrições de produções audiovisuais para a Mostra Nacional e Mostra Fôlego! até o dia 25 de março. O objetivo é possibilitar a inscrição de um maior número de realizadores no festival, tendo em vista que vários deles estão em processo de finalização de seus filmes.

 

Mostra Nacional

A Mostra Nacional de filmes abrange produções realizadas em todos os estados brasileiros (exceto o Amapá) independente do gênero, linguagem ou duração. São permitidos desde documentários, ficções, videoclipes, vídeoarte até filmes de animação nas durações de longa, média e curta metragem. Nesta categoria, podem se inscrever inclusive filmes estrangeiros, nesse caso, o filme precisa estar legendado em português.

 

Mostra Fôlego!

Já a Fôlego! é uma mostra competitiva especificamente para as produções de realizadores amapaenses. Ela foi criada com o objetivo de incentivar e fortalecer a cadeia produtiva do audiovisual do estado e também visando ser uma janela para conectar as obras produzidas no Amapá ao público local. Os filmes inscritos nesta edição concorrem ao Prêmio Gengibirra do Audiovisual e levam R$ 2.500 em incentivo financeiro.

 

XVII FIM

Este ano, pela primeira vez, o FIM acontecerá em formato online, através do seu canal no YouTube, no período de 24 a 27 de junho.

 

Além das mostras já citadas, o festival ainda vai exibir filmes produzidos por estudantes da rede pública de ensino estadual, que vão competir na Mostra Despintada. O filme vencedor garante o prêmio de R$ 1.500 em incentivo financeiro. Para a Mostra Despintada as inscrições são gratuitas.

 

Inscrições

As inscrições para as três categorias podem ser feitas através do blog festivalfim.blogspot.com. Lembrando que é importante ler o regulamento, antes de preencher o formulário de inscrição e, no caso da Mostra Nacional e da Mostra Fôlego!, efetuar o pagamento da taxa de inscrição que é de R$ 20,00 e pode ser feito através de cartão de crédito, boleto e até via PIX. Já no caso da inscrição de estudantes menores de idade é necessário enviar o Termo de Autorização de Pais ou Responsáveis.

 

Serviço XVII FIM

Inscrições prorrogadas

Prazo: 25 de março

Mais informações: redes do FIM

Contato: (96) 99168-2464 Lívia Almeida

                (96) 98138-5712 Mary Paes

13/10/2017

Reunião para a cobertura colaborativa do 14º FIM

Isso mesmo, o FIM está próximo! Nesta sexta-feira 13, às 19h, no Espaço Caos, realizaremos uma reunião aberta sobre a cobertura colaborativa de nossa 14ª edição que acontecerá entre os dias 3 e 9 de dezembro com o mote "Audiovisual: arma e refúgio".

 

Os interessados em participar nas áreas de audiovisual, fotografia, texto ou redes sociais, é só chegar na reunião e conversar com a gente!



O Espaço Caos fica na Rua Leopoldo Machado nº 4004, esquina com Av. Goitacazes, no Beirol. 
Participe, compartilhe, marque aquele amigue que saca dos paranauês!

04/12/2012

O prólogo do FIM

Oficina de edição de vídeo, mostra para deficientes visuais, roda de conversa, número de dança, mostra de filmes, projeção, lojinha, exposição fotográfica, pessoas, entusiastas, curiosos, produtores, alunos: toda essa mistura de personagens e cenário era o que aguardava a quem chegasse no Centro de Convenções Azedevo Picanço.

Oficineiro Rodrigo Santos ensinando noções de edição de vídeo
 O FIM começou da melhor forma possível, pela manhã  com a oficina de Edição de Vídeo onde os alunos aprenderão a dominar programas para editar seus filmes. À tarde foi a vez da Mostra para deficientes visuais, onde o público assistiu a vídeos com audiodescrição e discutiu sobre esta relação da maneira como os deficientes captam através de outros sentidos aquilo que não podem ver.

Deficientes visuais em mostra audiodescrita no Centro de Apoio a Pessoas com Deficiência (CAP).
 Às 19h  mais de 20 crianças e suas famílias guiados por Bruce Arraes, produtor d'A Saga dos Zerinhos, conversaram com o público e dividiram esta experiência de produzir uma série sem qualquer apoio, levado em diante com responsabilidade, crença, determinação, força de vontade e acima de tudo, o sonho de serem protagonistas do audiovisual do município de Santana, mesmo com todos os contras.

Galera da produção montando a tela gigante para o grande dia do FIM.

Um pouco de exibição da série e  logo em seguida, um show dos "Zerinhos" relembrando os maiores sucessos do cinema hollywoodiano como "Titanic", "Vivendo a vida adoidado", "Grease" e por aí vai. A resposta da apresentação veio com os aplausos do público.

Público de olho nas mostras.
 Entra a Mostra FIM 01 composta por produções nacionais como o drama "Andaluz", que relata a vida de um albino, que tem pesadelos todas as noites relacionados ao abandono de sua mãe e à rejeição do pai, que por ser negro acreditava que o filho era de outro, por suas características albinas. E assim, da maneira mais audiovisual possível, o primeiro dia do FIM findou.

Projeção do FIM em frente ao Centro de Convenções.


15/06/2012

Documentário amapaense é selecionado para mostra competitiva do Festival Curta Amazônia!

O audiovisual amapaense realmente está vivendo uma boa fase. Após a ampliação do número de salas cineclubistas, realização de vários cursos técnicos na área e a organização de eventos específicos para o segmento, eis que chega de Rondônia uma excelente notícia: concorrendo com mais de 200 filmes, o documentário amapaense “Entre Margens” foi um dos 81 filmes selecionados para a mostra competitiva da 3ª edição do Festival Curta Amazônia.

O filme está concorrendo em duas categorias: a de Melhor Documentário e a de Melhor Produção Amazônica. Essas indicações são importantes por colocarem o Amapá nas mostras competitivas de festivais que possuem curadoria. O estado, historicamente, se coporta muito mais como um consumidor de audiovisual do que como um produtor, por isso essa oportunidade de inserir as produções amapaenses no circuito de exibição regional representa um avanço almejado e debatido por vários realizadores locais.
“Entre Margens” é um documentário de 30 minutos produzido na Ilha de Santana e trata da  importância do barco na cultura e no imaginário do ribeirinho amazônico. O argumento que originou o filme nasceu como um projeto de TCC do curso de jornalismo dos então alunos da faculdade Seama, Odivar Filho e Liliane Oliveira e, após sua aprovação, ganhou uma versão menor e mais competitiva, buscando exatamente ser submetida às comissões de seleção de festivais.
“Enviamos o filme para o Curta Amazônia por achar que ele tinha o perfil desse festival, não estávamos muito confiantes porque o festival recebe muitas inscrições do Brasil todo e de Portugal também, que bom que deu certo”, comemora Odivar Filho, um dos diretores do documentário.
O desafio é grande mesmo, na categoria Melhor Documentário “Entre Margens” concorre com mais 12 filmes, sendo 03 deles do Rio de Janeiro, 02 do Rio Grande do Sul, 01 do Ceará, 01 da Paraíba, 01 de São Paulo, 01 do Paraná, 01 de Sergipe, 01 do Amazonas e 01 do Pará. Já na categoria Melhor Produção Amazônica, o doc do Amapá entra na disputa com 06 filmes da casa (Rondônia), 02 do nosso vizinho Pará e 01 do Amazonas.
“O fato de ter sido selecionado entre tantas produções já foi um ganho muito importante para gente, para um trabalho de conclusão de curso, esperamos ficar bem classificados nas duas categorias que estamos concorrendo, estamos ansiosos”, confessa Liliane Oliveira, co-diretora da produção.
Fotos: Aog Rocha
O Amapá fica na torcida. Fica, também, a sensação de que, aos poucos, a sétima arte vai abrindo seu espaço na cultura do estado. Que esse seja um dos muitos festivais que ainda exibirão trabalhos rodados nessas latitudes. Sobem os créditos.

23/03/2012

Carta de repúdio do segmento audiovisual do Amapá ao ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado

Carta do segmento audiovisual amapaense
em repúdio ao senhor João Porfírio Freitas Cardoso

O audiovisual amapaense vive um momento de considerável expansão e aprimoramento de seu tripé formação, produção e distribuição. O nível de organização e de participação dos agentes culturais do segmento e sua consequente presença mais efetiva nos espaços de debate da cultura amapaense também tem se ampliado. Esses avanços se refletem em uma interação mais ampla com os demais segmentos culturais e o estabelecimento de canais de diálogo com o poder público.

Contrariando esse momento de amadurecimento que o segmento vem construindo em nosso estado, o ex-presidente do Conselho de Cultura do Estado do Amapá (CONSEC-AP) João Porfírio Freitas Cardoso fez a seguinte declaração, em reunião do segmento Afrodescendente e Culturas Populares realizada no dia 27/02/0212 nas dependências do referido órgão:

“O audiovisual reivindica cadeira [no conselho de cultura do Estado do Amapá]? Reivindica. Mas não tem legitimidade de reivindicar, por que não fez por onde, não foi atrás de produção. Criaram um bocado de cineclube aí, pegaram um monte de filme de fora e saíram passando por aí...mas não tem produção” (Transcrição feita a partir do áudio gravado da referida reunião e disponibilizado pelo CONSEC-AP)

A declaração é curta, mas traz consigo erros graves e demonstram um drástico desconhecimento de causa por parte de seu autor a respeito das características do audiovisual. Apesar de não ser perceptível na declaração transcrita, ela foi feita em uma sala chamada “Plenária Antônio Munhoz”. O professor Antônio Munhoz foi um dos fundadores do primeiro cineclube do qual se tem notícias no estado do Amapá, o cineclube Humberto Mauro, na década de 1970, mostrando que há muito as práticas audiovisuais estão presentes na história do estado que, a época, ainda era Território Federal.

Além desse deslize histórico, a fala é rasa por ignorar vários outros avanços, esses bem mais atuais, que vem fazendo parte da rotina do audiovisual no estado. Abaixo traçamos um breve panorama desses progressos:

Desde 2004, o Amapá vem se inserindo de maneira contundente nas esferas de reflexão, debate e produção do audiovisual nacional. Um marco nesse processo foi a fundação da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas trazendo ao estado a única entidade do audiovisual brasileiro presente em todas as unidades federação,  possibilitando assim, que o edital federal do DocTV pudesse ser acessível ao realizador independente do Amapá. A entidade é ainda filiada ao Congresso Brasileiro de Cinema e ao Conselho Nacional de Cineclubes.

Os agentes do audiovisual amapaense realizam também, desde 2004 o FIM – Festival Imagem-Movimento, esse evento que, junto com o Festival Internacional de Cinema de Manaus, são os dois festivais mais antigos da região norte, garantindo ao estado do Amapá a presença no Guia Brasileiro de Festivais de Cinema e Vídeo. Este mesmo evento recebeu, em 2010, certificação com o selo Cultura Viva, concedido pelo Ministério da Cultura, como uma das 120 melhores iniciativas de comunicação e cultura de todo o país.

O ano de 2011 representa um momento histórico para o segmento no estado. Em seu transcorrer, os cineclubes se expandiram, ao mesmo tempo em que os realizadores independentes diversificaram quantitativa e qualitativamente sua produção. Em uma análise rápida podemos mapear pelo menos 11 cineclubes em atividade e mais de 20 filmes realizados em 2011. Outro passo importante, dado ano passado, foi a realização do 1º Seminário Amapaense de Audiovisual, evento estruturante do segmento que reuniu sociedade civil organizada, indígenas, organizações formais e informais da área, poderes públicos, Ministério da Cultura (SAV – Secretaria do Audiovisual), cineclubes, TVs escolas, representantes de locadoras de filmes e TVs abertas. O evento construiu um amplo lastro para que o segmento pudesse qualificar seus agentes, pontuando metas para a profissionalização e expansão do audiovisual no estado pautada em três esferas de atuação: formação, produção e distribuição. Nesse sentido, tentar desqualificar a prática cineclubista fez o ex-presidente do Conselho de Cultura do estado incorrer em dois erros graves:

1) Desmerecer a prática cineclubista é ignorar sua função transformadora da sociedade que busca a construção de uma autonomia dos sujeitos sociais e a implementação da cidadania cultural e da democratização da comunicação, notadamente em um estado como o Amapá, que conta com 16 municípios, sendo que apenas dois deles possuem salas de cinema.

2) Limita o conceito de audiovisual a apenas uma de suas linhas de atuação que é a exibição (distribuição/veiculação), negligenciando a formação e a produção, áreas em franca expansão no estado;

A produção amapaense vem circulando inclusive em canais educativos de referência na radiodifusão profissional brasileira como a TV Cultura, o Sistema S e TV Brasil, os filmes veiculados nesses canais foram realizados com recursos federais conquistados via editais Doc TV e Etnodoc resultando em 3 filmes realizados pelo primeiro e dois pelo segundo.

Apesar da sabida velocidade/estabilidade da conexão de internet no Amapá, os agentes do audiovisual local chegam a possuir contas em sites de hospedagem com mais de 50 vídeos postados,  ultrapassando a cifra de 10.000 acessos computados.

Dando um passo a mais na direção de socializar informações que possam qualificar a próxima fala sobre audiovisual do ex-presidente do Conselho de Cultura, disponibilizamos, ao fim deste documento, uma lista dos trabalhos independentes realizados no Amapá no ano de 2011, acompanhados da indicação de seus respectivos diretores e dos cineclubes em atividade. A média de produção do segmento é de mais de quase dois filmes por mês, se tomarmos como base o ano passado.

É inegável o nível de organização dos agentes do segmento que vem construindo parcerias duradouras e formais com instituições de grande relevância no estado como o SESC-AP, que atua pioneiramente na cena audiovisual estruturando ações de formação, produção e difusão de audiovisuais, bem como com a Universidade Federal do Amapá, através do projeto de extensão Univercinema, que aglutina ações como o Pró-Estudante Cinegrafia, A escola vai ao cinema e projetos de produção de vídeos que se desenvolvem fora da capital em parceria com o CPPTA – Curso de Pedagogia de Projetos em Temas Ambientais.

Nossas salas cineclubistas estão abertas ao público gratuitamente em vários pontos da capital além de um ponto cineclubista em Porto Grande e outro em Serra do Navio. Realizamos ações com resultados concretos (filmes) em mais da metade dos municípios que formam nosso estado através de oficinas de realização audiovisual gratuitas, ofertadas em centros comunitários e escolas. Temos uma agente do segmento selecionada, há um ano e meio, para o curso de Altos Estudos Cinematográficos na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba, uma das instituições mais respeitadas no ensino do Cinema na América Latina.

É possível dizer que um segmento com esse panorama não tem legitimidade?

Gostaríamos de concluir este documento, afirmando o respeito do audiovisual para com os demais segmentos culturais, tenham eles ou não cadeira efetiva ou suplente no Conselho de Cultura. Temos consciência que uma palavra chave para entender a cultura é “diversidade”. Não se hierarquiza cultura, não se hierarquiza segmentos culturais e o audiovisual, por sua própria constituição, compreende e defende isso: nossos filmes precisam dos músicos e cantores daqui, precisamos da cenografia das artes visuais, precisamos dos inspirados textos dos escritores amapaenses, precisamos dos atores do nosso teatro. E, por fim, colocamos nossas ferramentas a disposição de todos os segmentos que se interessem por documentar um pouco de sua história no estado, para que incorreções como essas, que motivaram esse texto, deixem de ser proferidas sobre qualquer um dos segmentos que constroem diariamente a nossas referências culturais. Saudações audiovisuais a todos!

Macapá, 22 de março de 2012

Assinam esta carta:

Entidades Nacionais:
- CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
- CBC – Congresso Brasileiro de Cinema

Entidades do audiovisual Amapaense:
- Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Amapá
- Liga Amapaense de Cineclubes

Festivais:
- Festival Imagem-Movimento – FIM, AP
- Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC, RS
- Mostra do Filme Livre - RJ/SP/DF
- Festival Ratoeira/RJ

Coletivos:
- Coletivo Palafita
- Fotógrafos Anônimos

Cineclubes amapaenses:
- Univercinema - UNIFAP
- Cine Paraíso
- Cine Periferia
- Cine Poraque
- Cine Zoom na Norte
- Pium Filmes
- Clube de Cinema
- Cinemando na Amazônia

Cineclubes de outros estados:
- Cineclube Nangetu - Belém/PA
- Cineclube da Irmandade - Ananindeua/PA
- Cineclube SMVC - RS
- Cineclube Lanterninha - Aurélio - RS
- Cineclube Beco do Rato - RJ

Redes:
- Rede de Cineclubes de Terreiros da Zona Metropolitana de Belém -PA
- Projeto Azuelar/Ponto de Mídia Livre - Belém/PA

Agentes Individuais:
- Arthur Leandro/ Diretor Regional Norte do CNC e Coordenador do GT de Comunidades Tradicionais da Federação Paraense de Cineclubes;
- André Sandino/Coordenador do Cineclube Beco do Rato /Diretor de acervo da Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro -Ascine-RJ;
- Alexandre Brito/ realizador independente do Amapá/ FIM;
- Augusto (Tuto) Pessoa-Lobo/ Conselheiro de Cultura [Audiovisual] do Estado do Amapá;
- Ana Vidigal - ABDeC/AP;
- Otto Ramos / Vice Presidente do Consec, Membro do Colegiado Setorial de Musica do CNPC/Minc, Circuito Fora do Eixo, Partido da Cultura;
- Carla Antunes/ Clube de Cinema/ FIM
- Lucila  Malcher/ Professora, Pedagoga, Especialista em Tecnologia Educacional e Gestão do Trabalho Pedagógico;
- Socorro da Silva/ TV Escola Amapá;

Audiovisuais produzidos em 2011:
01 - Açucena;
Diretor: André Araújo
02 - Vale à pena?
Diretor: Lucas Penafort
03 - Última Sessão;
Diretor: Jamile Gurjão
04 - Entre Margens;
Diretores: Odivar Filho e Liliane Oliveira
05 - Memória fotográfica;
Diretora: Mary Paes
06 - Cantando na chuva;
Direção: Emília Garçon
07 - RDS Iratapuru;
Direção: Gavin Andrews
08 - Amapá: vestígios de uma guerra perdida;
Direção: Wilza Souza
09 – Vloger Fora de rota;
Diretores: Helder Ramon e Paulo Rafael
10 - Sem sinal;
Diretor: Alexandre Magnus
11 – Situação de risco
Diretor: Alexandre Magnus
12 - Doido;
Diretor: Aluízio Guimarães
13 - Canto da sereia;
Diretor: Graciliano Galdino
14 - Programa de tv Interferência
Diretor: Darlan Costa
15 - Só termina quando bacaba
Direção: Coletiva
16 – Palafita Web TV
Direção: Coletiva
17 – Deu a louca no boto cor de rosa
Direção: Aog Rocha
18 – A rosa
Direção: Dominique Allan
19 - Documentário Festival Quebramar -IV Edição
Direção: Palafita Comunicação
20 - As escravas da Mãe de Deus
Direção: Decleoma Pereira
21 - Mistério Serrano
Serra do Navio
Direção: Coletiva

22/11/2011

Mostras de filmes inscritos no 8º FIM

O FIM desse ano recebeu número recorde de inscrições. Isso fez com que nós criássemos mostras simultâneas para dar conta da demanda por exibição dos realizadores independentes de várias paragens do Brasil, que demonstraram sua confiança no festival enviando seus materiais pra gente. Abaixo, segue mais uma lista dos filmes já catalogados e distribuídos nas respectivas mostras nas quais serão exibidos. É só conferir, são quase 1500 minutos de muito audiovisual alternativo! Coisa boa!

28/Nov
Clube de Cinema Especial  - 2º piso do Teatro das Bacabeiras – 19h
Cajaíba 18'
RDS Iratapuru 27'
O Cônego 124'

29/Nov
Clube de Cinema Especial  - 2º piso do Teatro das Bacabeiras– 19h
O ajuntador de cacos 56'
Cariri  Paraibano 15'
JBM, o famigerado 105'

1/dez
Mostra Muralha da Fortaleza – 20h
Fábula da corrupção 8'15"
O médico e o encosto 5'
O mendigo 18'
Vida de calouro 60'
O veneno está na mesa 49'
Coisas do além e do Recife também 19'09''
Paredes riscadas 15'
Opostos 30'
Enterro de anão 27'47''


2/dez
Mostra Muralha da Fortaleza – 20h
Mostra Muralha – 2oh
Olá brilho 8'15''
Filme Tucuju 25'
A B SER 52'
Barco do Mestre Carpintaria Naval na Foz do Amazonas 25'30''
Memória Inanimada 50'43''
O Olhar de Zezita 20'
Cariri Paraibano e o Cangaço 15'


3/dez
Mostra FIM – Teatro das Bacabeiras – 19h
Memória Fotográfica 25'
Cores & botas 15'50''
Gaveta 8'
Página Perdida 15'
Situação de Risco 5'
À Margem do Xingu – Vozes não Consideradas 90'



4/dez
Mostra FIM – Teatro das Bacabeiras – 19h
Pimenta 13'
Sem Sinal 5'
Entre Margens 25'
Pinball 18'
Os residentes 120'


Imagens Subterrâneas – Porão do Teatro das Bacabeiras – 16h
Aquelas Mulheres 19'56''
Dia do Preto  90'
Gato 23'
Pulsão e Renúncia 19'
Ovos de Dinossauros na Sala de Estar 12’    
1:21 10'49''


Imagens Subterrâneas  - Porão do Teatro das Bacabeiras – 16h
Case Off Line (15 curtas) 90'
Através do Amor 5'
Estranha 12'
Biba- Sistematizar a emoção 15'
Através de uma escultura 10'18''
A Dança do Tempo 22'
Bol-Pe-Bra 8'
Morte e Morte de Johnny Zombie 13’46”